quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Parceria com Carol Barreto Atelier

O Coletivo Cruéis Tentadores em parceria com a marca Carol Barreto Atelier prepara mais um experimento: o desfile-video-instalação "Gender Trouble" a ser apresentado dia 22/09/2012 dentro da programação Gayboa do teatro Gamboa Nova. O projeto conta com a participação dos performers Olga Lamas, que é colaboradora do Cruéis (Guilda, Rádio Hibrida,Chame isso como quiser I) e participante do Núcleo VAGAPARA, Jorge Oliveira (outro componente do VAGAPARA), Ia Santache que participou conosco na video instalação Chame isso como quiser II e Nuriko Podestá revelado por Carol Barreto e Romulo Alessandro em um editorial hibrido para a marca. Aliás todas as fotos do processo e que ilustram esse texto são assinadas por Romulo. Carol Barreto pesquisadora e estilista fez o convite ao diretor Marcelo Sousa Brito para esse trabalho inspirado em suas coleções. Os looks criados por Carol estão sempre provocando o público sobre o que é realmente o masculino e o feminino na moda. A estilista sabe como poucos extrapolar as fronteiras entre um campo e outro criando sua própria visão através de suas roupas que podem muito bem envelopar um homem ou uma mulher, desde que se tenha atitude e desejo de não seguir nenhum padrão estético ditado pelas normas da vida em sociedade.
Para traduzir tudo isso o artista francês Jean Dauriac foi convidado para criar um video com todas as etapas que será projetado como imagens de um processo criativo tanto da estilista quando do encenador e dos performers.
Gender Trouble marca mais uma etapa da criativa pesquisa de Carol Barreto em torno do tema gênero. Neste trabalho o título faz uma homenagem ao livro homônimo de Judith Butler, uma das fontes de pesquisa da estilista.
A intenção é que essa parceria se expanda e que o trabalho tome realmente as ruas.
 
 
 
 

 




 

terça-feira, 20 de março de 2012

Mais novidades


O Cruéis Tentadores dialoga com o ateliê JC Barreto, no bairro de São Caetano em Salvador, com os artistas e público frequentador, em mais uma experiência da performance Chame Isso como Quiser.  O vídeo e as imagens são da nossa super Video Maker Gabriela Leite, com as participações de Marcelo Sousa Brito, Tatiane Carcanholo e Ia Santanche

A performance foi realizada na última sexta-feira, dia 16 e no dia 18 auxiliamos a gravação do clipe Beija Flor, do artista Alexi Jazz, no praia de Ipitanga. Confira algumas imagens




segunda-feira, 5 de março de 2012

Novas imagens


Jornadas pedagógicas - Itarantim e Guajeru



Ta Na Rua  com a Omega Cia de Dança




                                                    Movimento Desocupa Salvador




terça-feira, 11 de outubro de 2011

Hollywood fica ali bem perto

O Cruéis Tentadores prepara o Na Rua! com a Ômega Cia de Dança, muitos gatos pela cidade! Aguardem!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Artigo de Marcelo Souza Brito no A Tarde

Uma reflexão sobre cultura, política, espaço e gente!!!!!!!
acompanhem
http://www.pedraafiada.blogspot.com.br/
Caldeirão Cultural (?)
Marcelo Sousa Brito Ator e diretor, mestrando em artes cênicas pela UFBA

Já estamos cansados de ouvir falar que a Bahia é um caldeirão cultural. Mas o que pouco se fala é que nesta mesma Bahia existe uma Bahia que o próprio baiano desconhece: a Bahia que se encontra no fundo deste caldeirão.

Afastadas dos grandes centros urbanos, as cidades de pequeno porte vivem às margens do desenvolvimento cultural e lutam para manter vivas suas tradições e manifestações culturais.
Muitos artesãos abandonam o oficio, que, muitas vezes, é o meio de sustentar a família, porque as grandes lojas, as grandes marcas já vendem nos shoppings versões “repaginadas” de produtos que encontramos nas feiras e nos mercados. Cria-se assim uma concorrência desleal com quem não tem a propaganda nem as grandes modelos vendendo suas criações.

No interior, tanto da Bahia como de qualquer Estado brasileiro, é comum encontrar cidades nesta situação. Os governos, os patrocinadores, as grandes empresas só se interessam em financiar aquilo que está próximo do grande público, o que oferece visibilidade imediata.

Assim, o artista que está distante de onde a mídia se concentra vê o seu oficio ameaçado. Itambé é uma cidade assim. Situada no sudoeste da Bahia, entre Vitória da Conquista e Itapetinga, esta cidadezinha de aproximadamente trinta e três mil habitantes e oitenta e três anos de emancipação política vive neste momento um silêncio, um vazio cultural.

Muitas ações vêm sendo desenvolvidas e criadas para favorecer a descentralização de verbas públicas para a cultura, mas há de se pensar no atraso em que estas localidades estão em relação aos meios de informação/comunicação.

Estas verbas disponibilizadas pelos governos (Municipal, Estadual e Federal), para atender a população de forma democrática, são oferecidas através de editais, cujos formulários de inscrição são preenchidos on-line pela internet. Mas, nenhuma ação ou serviço foi oferecido para os artistas de Itambé, que em sua grande maioria ou não possui computador/internet em casa ou não teve a oportunidade de se familiarizar com a ferramenta.

Inviabiliza-se, assim, que um grupo de terno de reis da cidade, por exemplo, grave um CD para que as novas gerações conheçam esta manifestação quase em extinção. Itambé não é um caso isolado e sim mais um exemplo.Vivi, durante seis meses, o cotidiano da cidade, onde realizei a pesquisa de campo de meu projeto de Mestrado “Pedra afiada: um convite para o teatro invadir a cidade”, registrada no endereço www.pedraafiada.blogspot.com. Fui em busca de uma imagem coletiva desta cidade, em busca da opinião destes habitantes que estão ali esperando que algo aconteça: com eles e com a cidade.

Foi uma batalha diária fazer romper as barreiras construídas ao longo da história da cidade no tocante à falta de hábito dos moradores de ocupar os espaços públicos urbanos, de vencer o medo de sair de casa e enfrentar o desconhecido, o novo. Mas uma coisa não foi difícil: sentir que os itambeenses não só esperam algo acontecer como estão preparados para a mudança.

O estímulo, o acompanhamento, a assessoria, o acesso à informação é que estão faltando. Invadir a cidade e fazer o cidadão pensar, refletir, agir através da arte dá um novo vigor ao debate. Oferecer meios de pensar/viver a cidade produzindo um conhecimento que passará por gerações.

Itambé é uma cidade nova. Não encontramos obras de arte antigas ou modernas pelas ruas. Não temos no seu patrimônio nenhuma grande criação da arquitetura, mas lá, nos planaltos, montanhas e vales desta região peculiar deste Estado chamado Bahia, nós encontramos um povo disposto a defender seu lugar, a aprender a conviver com a distância, mas pronto também para saber como diminuí-la.

Os habitantes de Itambé, assim como de qualquer cidade deste imenso fundo do caldeirão chamado Brasil, querem ter os mesmos direitos e deveres sem sair de onde eles estão: longe dos grandes centros.

Mix Brasil elogia clipe do Cruéis

Vejam nossa mais nova crítica!

http://mixbrasil.uol.com.br/pride/ativismo/coletivo-cultural-baiano-arrasa-cantando-i-will-survive.html

terça-feira, 14 de setembro de 2010

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

video


A videodança "Caminho" foi realizada em Salvador- Ba, numa tarde de experimentações entre dois componentes do Cruéis Tentadores, o coreógrafo Dejalmir Melo e a videomaker Gabriela Leite, em julho de 2009 e finalizada em Toulouse- França, com a composição da trilha especialmente criada pelo músico e programador chileno Franscisco Berchenko.

Foi exibido no Cine concerto Hallu-Ciné realizado em agosto de 2009 em Toulouse.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

terça-feira, 27 de abril de 2010

Estruturando o Mal

São tão fortes as coisas
mas eu não sou as coisas
e me revolto...
CD de Andrade